O ano de 2020 revelou a necessidade de empreender

O ano de 2020 revelou a necessidade de empreender

2020 é um ano que já entrou para a história, e no mercado de trabalho a necessidade de empreender foi percebida por todos nós.

A necessidade de empreender provou que essa modalidade de trabalho é urgente e não um item de luxo para alguns poucos corajosos.

A necessidade de empreender na crise

A crise do Coronavírus pegou o mundo de surpresa: indivíduos, governos, estudantes, empresas, empreendedores. 

Milhares de empresas ao redor do mundo, de todos os setores da economia sofreram de alguma forma.

Milhões de pessoas e povos inteiros se viram diante de uma crise inédita, jamais vista pela atual geração. 

Com isso, uma realidade foi percebida: a necessidade de empreender.

O empreendedorismo como atitude, muito mais que simples discurso, é item básico para todo profissional.

Bem, ao menos àqueles que têm por objetivo manter sua empregabilidade e ser competitivo no mercado de trabalho. 

E é aconselhável que todo time de colaboradores, acionistas e sócios de uma empresa mantenham viva a atitude empreendedora.

Hoje, a necessidade de empreender está em todas as profissões, e em todos os níveis da hierarquia organizacional.

Empreender não é só abrir o próprio negócio

A necessidade de empreender é cada vez mais percebida, e na atual situação que vive o mundo, muitos profissionais compreenderam esse fato. 

O que muita gente gente ainda não percebeu, é que não é preciso ser empresário, dono de um comércio, ou proprietário de uma marca para empreender. 

Empreender não se trata exclusivamente de abrir uma empresa ou ser dono do próprio negócio. 

Atitudes empreendedoras vão além, e podem ajudar o trabalhador de qualquer empresa a inovar dentro do emprego atual.

E isso independe do cargo ou posição que este colaborador ou profissional ocupa na organização.

E o colaborador que empreender pode se destacar entre os demais colegas, especialmente se ocupam a mesma posição. 

O empreendedorismo é uma questão de mentalidade, uma forma de enxergar seu trabalho.

É uma forma distinta de ver o papel que a empresa para qual você trabalha desempenha na sociedade, e também uma forma de ver o mundo dos negócios. 

Entre as formas de empreender que são conhecidas no mercado, e que não exigem do profissional ser dono de um negócio, estão:

  • Ter ideias inovadoras e disruptivas para o atual emprego;
  • O exercício da criatividade;
  • A colaboração com membros de outros setores da empresa;
  • A participação na resolução de problemas complexos.

Conhecidas como competências socioemocionais, essas são algumas das inúmeras formas de empreender.

Empreender é ação

Proatividade é um requisito cada vez mais buscado nos profissionais na atualidade.

Com a globalização, as incertezas e volatilidades que o mundo do trabalho vive, a procura por trabalhadores aptos a resolver problemas é grande. 

Esses profissionais não apenas são dotados de capacidade resolutiva, mas estão sempre à disposição para encontrar respostas.

São indivíduos que estão prontos a colaborar na busca das soluções mais criativas e mais eficientes para toda a equipe.

A aptidão técnica está em jogo, mas não só ela. A necessidade de empreender revela neles outras habilidades. 

Não basta ser eficiente em determinada tarefa, se aquele colaborador não se prontificar e for proativo, por exemplo.

A necessidade de empreender faz com que o mercado de trabalho busque cada vez mais profissionais diferenciados.

As empresas almejam colaboradores que façam além do que foi pedido ou estabelecido na sua rotina diária.

Funcionários que não apenas cumpram os prazos, mas que encurtam cada vez mais os deadlines.

O trabalhador moderno precisa se colocar à disposição para resolver outros problemas que são encontrados no percurso.

Esses são aqueles que demonstram, de fato, que entenderam a urgente necessidade de empreender no mundo atual.

Publicado por Ibraim Gustavo

Ibraim Gustavo: Jornalista, pós-graduado em Marketing e MBA em Comunicação e Mídia. Possui formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). Empreendedor, sócio-fundador e COO da Freestory.

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