Ensino à Distância: O crescimento do EaD durante a pandemia

Ensino à Distância O crescimento do EaD durante a pandemia

Um dos setores mais atingidos pela pandemia do novo Coronavírus foi a educação, que, segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), tirou 1,5 bilhão de alunos de escolas e universidades ao redor do mundo todo. O Ensino à Distância (EaD) foi a saída encontrada durante a pandemia.

Por conta da grande circulação de pessoas nessas instituições, as escolas são consideradas um dos locais com maior probabilidade de propagação do vírus, e uma das primeiras atitudes de governos foi a determinação do fechamento das unidades de ensino.

Essas medidas afetaram diretamente a rotina de todos os envolvidos: alunos, pais e demais responsáveis, professores e todos os profissionais que trabalham na escola, como setor de merenda e secretaria. Milhões de pessoas tiveram de se adaptar a uma nova modalidade de ensino, que é praticada à distância.

 A confirmação do EaD

O Ensino à Distância, EaD como é chamado no Brasil, ou ainda ensino remoto, não é nenhuma novidade para nós. Esse método de ensino atrai milhões de matrículas todos os anos no país, desde calouros até estudantes em segunda graduação ou pós-graduação.

A novidade está no fato de agora esse modelo ter sido introduzido no Ensino Básico, que é o período entre o primeiro ano do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Médio, o antigo colegial.

A solução encontrada para amenizar os impactos no aprendizado de milhões de estudantes brasileiros na pandemia, o EaD foi a aposta de secretarias estaduais de educação em todas as Unidades da Federação, e também de escolas particulares, incluindo aquelas que já trabalhavam com ensino híbrido.

Segundo o Ministério da Educação, em 2018 houve quase um milhão a mais de matrículas disponíveis no Ead que no ensino presencial no Brasil. E ainda que aquele não tenha alcançado o modelo tradicional de sala de aula, o avanço desse método é cada vez maior e mais aceito pelos brasileiros, incluindo os empregadores, que hoje veem vantagem no EaD.

Se ainda havia alguma dúvida se o Ensino à Distância funciona, ou um paradigma que impedisse alguém de tentar estudar de casa, agora estamos todos sendo testados quanto à sua aplicação, talvez na fase mais crucial e importante da carreira estudantil, que é o Ensino Básico.

Se houve algum prejuízo na educação, o EaD na pandemia foi utilizado como forma de reduzir as perdas decorrentes desse cenário devastador, tanto para escolas e professores, quanto para alunos e seus familiares.

Publicado por Ibraim Gustavo

Ibraim Gustavo: Jornalista, pós-graduado em Marketing e MBA em Comunicação e Mídia. Possui formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). Empreendedor, sócio-fundador e COO da Freestory.

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