O papel das empresas na garantia das justiças sociais

O papel das empresas na garantia das justiças sociais

Durante a Primeira Guerra Mundial, milhares de homens foram destacados para o campo de batalha, obrigando às mulheres a saírem de suas casas para trabalhar. Contrariados com esse quadro, os sindicatos que representavam a força de trabalho à época, numa atitude reveladora de machismo, proibiu que os salários pagos aos homens fossem repassados integralmente às mulheres, que agora estavam na linha de produção das fábricas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

Esse desarranjo prolongou-se até os dias de hoje, gerando injustiça social ao longo de décadas. É natural que nos acometam os sentimentos de desrespeito e desigualdade ao nos deparamos com uma realidade em que uma mulher, desempenhando o mesmo papel de um homem, ainda ganha salários inferiores, pelo simples – e inexplicável – fato de ter nascido mulher, como se isso não fosse causa de orgulho para todas elas.

O mesmo cenário encontramos em grandes corporações, que têm seus quadros mais elevados ocupados quase que na totalidade por homens: diretores, C-levels e presidentes.

Empresas empenhadas na luta por justiças sociais

Diversas empresas da atualidade, nos mais variados ramos de atividade, se empenham na luta por justiças sociais, muitas delas, sendo geridas por mulheres, como é o caso do Magazine Luiza, um dos maiores varejistas da América Latina, e tem à frente da empresa a imagem de sua fundadora Luiza Trajano.

A norte-americana Marry Barra é a primeira mulher da história a ocupar o cargo de CEO de uma montadora global de veículos, a General Motors. Barra é formada em Engenharia Elétrica pelo Instituto GM, e comanda a empresa desde janeiro de 2014

Ursula Burns é outra talentosa profissional que já ocupou cargos de destaque em conselhos de grandes corporações, como MIT e Nestlé, além de já ter ocupado o posto de CEO da Xerox, e de ter atuado junto ao governo do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Hoje ele trabalha na Uber. 

Profissionais assim servem de inspiração para homens e mulheres que desejam crescer na carreira e inspirar outras pessoas também. Mas, acima de tudo, nos mostram a importância da valorização de todas as pessoas para uma empresa ser bem-sucedida, independentemente do gênero, etnia, nacionalidade ou posição política.

É a luta que todos, mulheres e homens, precisamos travar, é essa, a fim de fazer cair por terra toda injustiça e desigualdade, que não colaboram em nada com nosso crescimento e evolução, como mercado, sociedade, nação e humanidade.

Publicado por Ibraim Gustavo

Ibraim Gustavo: Jornalista, pós-graduado em Marketing e MBA em Comunicação e Mídia. Possui formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). Empreendedor, sócio-fundador e COO da Freestory.

2 comentários em “O papel das empresas na garantia das justiças sociais

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