Apaixonados pela dor

Apaixonados pela dor

Para o médico cuidar de um paciente, primeiro precisa conhecer a dor que ele está sentindo e qual a sua reclamação. Assim é também no mundo dos negócios: você deve primeiramente querer compreender as dificuldades do mercado, entender o que o público sente falta, qual o problema que você precisa e quer resolver, para só depois encontrar a solução e a cura. Esse é o conceito que o empreendedor e escritor Maurício Benvenutti utiliza para explicar quem são os apaixonados pela dor.

Não se trata de alguém gostar de viver um problema. Ao contrário, um apaixonado pela dor quer conhecê-lo para transformá-lo em oportunidades e, assim, ter o poder de mudar vidas também, porque ao entender as dores e necessidades de uma pessoa, você tem a possibilidade de criar uma resposta, de entregar uma resolução.

Os apaixonados pela dor e pelo problema têm o poder de mudar o mundo, porque eles focam seu esforço no lugar certo, que é justamente a dor das pessoas. “O que elas precisam?”, pergunta ele. E quanto mais eles pensam nelas, quanto mais eles focam no público, melhor eles entendem o que de fato aflige a sociedade.

Os apaixonados pela dor não perdem o foco

É importante você acreditar na sua proposta de solução para os problemas, mas se ficar apegado à ela e não for nem um pouco flexível, pode ser que, caso alguma coisa mude no meio do caminho, você fique com o seu foco desajustado. E aí, pode dar brecha pra alguém que percebeu isso entrar no seu lugar.

Apaixonados pela dor são focados, e estão sempre determinados a criar algo novo, que pode ajudar alguém especificamente, ou muita gente dentro da sociedade.

Será que você não está dispensando muita energia para encontrar a solução antes mesmo de conhecer o problema em sua totalidade? E se optar um pouquinho pela flexibilidade, e tentar entender melhor e mais profundamente a dor? Quem sabe a resposta que você procura esteja bem ali?

Publicado por Ibraim Gustavo

Ibraim Gustavo: Jornalista, pós-graduado em Marketing e MBA em Comunicação e Mídia. Possui formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). Empreendedor, sócio-fundador e COO da Freestory.

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